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E temos alterações no Vestibular Unificado (em prol de uma flexibilização, pelo que tudo indica), de acordo com o portal Mec!

Segundo Fernando,
"Foram definidas possibilidades mais flexíveis de participação, com respeito às tradições de cada instituição”, disse o ministro. Cada uma das 55 universidades federais poderá escolher de que maneira utilizará o novo Enem em seu processo seletivo. Há quatro possibilidades: o Enem como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas ociosas, após o vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição. Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular."

Acompanhem:
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5 comentários:

  1. Pelo que me parece essa reação dentro da "revolução" foi provocada pelas maiores universidades do país, que não estavam tão inclinadas a aceitar a proposta inicial. Resfriado o ânimo do governo em lançar um vistoso programa "educacional", o ensino do país parece que vai continuar no mesmo patamar elevado onde sempre esteve.
    Deixando claro que eu também não concordo com o primeiro projeto, muito mais político do que educacional.

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  2. E só para acrescentar...
    A lógica governamental posta que o ensino médio será alterado se, e somente se, o vestibular for alterado primeiramente.

    É hora de discutirmos, por exemplo, se o contrário não surtirá tanto efeito quanto e, sobretudo, se tal não se mostra apenas (mais) uma medida paliativa (provisória) do governo...

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  3. O governo é contraditório nesse ponto.
    Se forem aceitos outros tipos de prova que não o novo ENEM então as provas extremamente conteudistas continuarão, a preparação será a mesma, e o ensino médio continuará estagnado na mesma posição de décadas. Então a mudança não trará mudança alguma.
    Concordo com o Lessa que diz que esse é um projeto político, mas apesar disso tem o seu "lado bom", pois é um atendimento às antigas reivindicações estudantis. Mas já que o ministro Fernando Haddad está no cargo a quase 3 anos porque não implantou o projeto antes? Porque só agora, véspera de eleições, quer propor e implantar tudo com tanta urgência?
    É um projeto que deve sim ser implantado, mas precisa de mais discussões a seu respeito e um tempo de adaptação, nada tão imediatista.

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  4. Deixo alguns sites que dizem respeito à melhora do ensino brasileiro, ao novo ENEM e ao vestibular:
    http://blogs.abril.com.br/vestibular
    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090407/not_imp351133,0.php
    http://www.ensinopublico.pro.br/ViewPublicacao.aspx?ssoId=49
    http://tribunadonorte.com.br/noticia.php?id=78073

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  5. "A lógica governamental posta que o ensino médio será alterado se, e somente se, o vestibular for alterado primeiramente." Essa é a pizza à moda da Casa da Educação: com massa tostada e sem recheio...

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